Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Pandora


Ela me perguntou: o que você irá fazer? Não sei, pensei comigo. Aprendi recentemente que não devo gerar expectativas demais. A vida é uma roda, nada é estável e estamos em constante mutação. Meus planos mudaram bruscamente de um ano pra cá, ou será que na verdade isso é uma prova que em mim, não existe constância? Talvez me falte persistência. 

Talvez. 

Não sei o que fazer. O plano é estudar para “ser” alguém, ou pelo menos, para ser enquadrado perfeitamente na parede da sociedade como “mais um tijolo”. Dura realidade. Esse é o mundo “real” que tento enfeita-lo com minhas ideologias, mas ainda que minha mente ande nas nuvens, meus pés estão constantemente no chão.




O que se fazer quando na verdade se está esperando? E o que se esperar quando na verdade as ações parecem temporariamente bloqueadas pelo o quê externo? Ou será que na verdade, eu sou o maior obstáculo para mim mesmo?


O futuro tornou-se uma caixa de surpresas e toda vez que tento visualiza-lo, suas imagens se distorcem, escorregando de minhas mãos aquilo que achei que jamais escaparia delas. Mas entendi, que as melhores coisas que nos acontecem, raramente as planejamos. Não marcamos horário com a felicidade e não há receita certa ou manual de instruções para obtê-la. 

Descobri que mesmo diante de todos os "males" que surgiram da inocência, você ressignificou aquilo que achei que tinha perdido: a esperança de dias melhores. 



Nenhum comentário: