Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

terça-feira, 30 de abril de 2013

Setembro


E o tempo passou,
Tudo que restou foram as promessas que fizemos.
Desculpe-me se as coisas parecem loucas neste momento
Nós ainda vamos dançar na chuva de setembro.

Estou aqui sentado, vendo a minha vida através de uma tela de cinema
Algumas coisas parecem tão vívidas, tão reais
Enquanto outras parecem tão borradas..
Não, eu não quero ir embora desta cidade, não antes de setembro.

Mas nós nunca sabemos quando, onde, porquê.

O ar que eu respiro está pesado,
Como e o ar fosse feito de oceano
As pessoas estão a minha volta, e quando elas olham em minha direção
É como se nada houvesse ali, como se houvesse um vazio.
Elas não estão cegas, sou eu que não sei como aparecer para outros olhos.

Eu vivi tempos pensando que as coisas eram de uma forma
Até que elas me mostraram que não
Até que setembro veio, e se foi.

Será que ele vai fazer por você o que eu fiz?
Será mesmo que as palavras que ele disser, serão ouvidas da mesma forma,
Serão ditas da mesma forma que eram pela minha boca?
Ele vai te abraçar como você merece?

Não,
E eu não quero ir embora. Eu vivi tempos pensando que as coisas eram de uma forma.
Até que setembro veio, e virá.


E isso faz toda a diferença...

Aquele momento bom, mas que não dura mais que uma música.
Quando dizem por aí que todo amor é narcísico, é por que nós nos amamos muito antes de qualquer outra idealização.

- Eu te amo!
- Eu também - me amo -

Projetamos nossos desejos nos outros, e talvez seja por isto que sofremos tanto, e fazemos tantos outros sofrerem.
Em meu coração existe mais espaço para sentimentos, mas às vezes a gente cansa de dizer sempre a mesma coisa, sem perceber que martelamos num prego torto.
Por isto acabei percebendo que certas expressões podem ser tolas demais. Eu já não quero mais dizer esta frase milenar, pronta, e de expressão e sentimentos egoístas. Eu te amo é caro demais, é hipócrita. A gente sempre se contradiz em algum momento.
Por isto reflito e prefiro me readaptar em algo menos clichê, e que seja mais sincero do que este conjunto de palavras vazias, que sempre perde o sentido com o passar do tempo, que sempre cobra mais do que estamos dispostos a pagar.
Eu te amo? Não. O que existe é amor em mim por ti. 

E isso faz toda a diferença...


domingo, 28 de abril de 2013

Eu quero consertar o mundo...

Eu já sabia que eu era clichê, mas não fazia ideia do tanto!
Trago mais uma parábola adaptada e que fica circulando pelo mundo virtual sem ninguém saber de onde veio.
Boa leitura!
-----------------------------------------------------------------------------------------------

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas, e como todo cientista, buscava respostas da forma mais empírica possível. Ele tinha pressa. Pressa em mudar um mundo já tão castigado por horrores, miséria e desgraças.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu laboratório. Atento, como uma criança de sua idade, perguntava sobre tudo que se encontrava nesse santuário racional. O garoto estava decidido a ajudá-lo a trabalhar. 
O cientista, nervoso pelas interrupções, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar, esclareceu que seu trabalho era sério, e não cabia espaço para a ajuda de uma criança. O menino, desapontado, voltava triste para o quarto.
Todos os dias a criança voltava, sempre com os mesmos porquês, com as mesmas dúvidas, com a mesma disposição. Cansado de seu próprio trabalho e vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com um enorme mapa do mundo extremamente detalhado, pendurado na parede como enfeite. Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em centenas de pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:


— Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.


O cientista calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa, se é que não desistisse da tarefa e fosse procurar outra coisa para brincar. A criança saiu do laboratório satisfeita, e mais ainda o pai por enfim ter tempo para pensar e trabalhar sem interrupções. 

Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:


— Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!


A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível uma criança na sua idade ter conseguido recompor um mapa do mundo tão complicado e que jamais havia visto em tão pouco tempo. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de apenas uma criança. Caminhou para fora de seu laboratório; lugar onde ele está acostumado a ter todas as suas soluções.

O cientista deparou com a criança deitada no chão confortavelmente, esperando o pai chegar. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como meu filho havia sido capaz de consertar um mundo tão complicado?
Então ele perguntou:

— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

— Papai - começou o garoto com o pensamento lógico e concreto na cabeça - eu não sei como é o mundo, mas quando você tirou o papel da parede para recortar, eu vi que do outro lado havia uma figura humana. Quando você me deu o mundo para consertar, eu fiquei tentando, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem atrás. Então virei os recortes e comecei a consertar a figura humana, que é a que eu já conheço. 
Quando consegui consertar o homem, virei à folha e vi que havia consertado o mundo.

Autor desconhecido
Adaptado


terça-feira, 23 de abril de 2013

Brisa leve, sonho bom

Ao caminhar pela rua num dia normal, quem pode imaginar quando o destino lhe pregará uma peça, la no fundo em seu mundo secreto você sonha e espera por algo, algo grandioso, que mude o rumo de tudo. 
Brisa leve, fim de tarde, passos lentos em direção a mais um dia que se vai, coisas passam por sua cabeça, muitas vezes se sente perdido(a), buscando forças para continuar, quando em um descuido talvez, a brisa muda e presencia um encontro não só de dois corpos mais de duas almas que se atraem, aqueles segundos parecem eternos e pulsão em sua mente como notas de uma melodia perfeita, e seu corpo todo parece dançar parado em êxtase, o que seria da vida sem o toque do acaso? Aquele sorriso único em sua existência é uma prova viva do que aquilo é real, sonho bom, realidade, te enche a alma em um segundo, te encanta, te balança, te impulsiona a continuar, você se entrega sem pensar duas vezes, se perdendo, se encontrando, porque a vida é assim, variável, incontrolável, inconstante. Deixe-se viver.


Primeiro post espero que curtam ;)

Esperando o Momento Certo


As coisas não acontecem por acaso, isso eu aprendi. Acontecem por vontade ou mesmo consequência, seja de nós ou de outros.
E foi assim que começou uma história normal. Por acaso.
Ela estava caminhando, como quem não quisesse nada, como se sua mente estivesse tão livre quanto seus cabelos, que esvoaçavam ao vento. O clima estava seco e frio, típicamente de outono, como ela poderia imaginar - até porque as folhas, amareladas, cobriam o chão aqui e ali. Ao caminhar, com passos firmes e cronometrados, as folhas partiam-se sob seus tênis All Star. Ela não fazia menção de importar-se, tampouco conseguia ouvir alguma coisa além da música que inundava sua mente através dos fones de ouvido.
Por que ela ouvia tão alto essas músicas?
Talvez pra esquecer, esquecer do que ficou pra trás no caminho da vida, metaforicamente falando. Ela poderia querer sublimar as lágrimas que era iminentes com músicas que a traziam, lentamente, de volta à vida.
Não. Ela queria era realmente o contrário. Ela queria se lembrar dos momentos. Aquelas músicas eram as que ela ouvia junto de outro alguém. Eram as músicas que eles cantavam juntos, que gritavam juntos, talvez até alto e desafinado de mais para os ouvidos alheios, mas que para eles eram covers perfeitos. Ela ouvia, cantava baixinho, somente mexendo os lábios, perfeitamente alinhados ao que o vocalista cantava na música. Ela andava sobre as folhas do outono, num caminho sem destino. Ela queria lembrar - e esquecer - tudo que ficava pra trás. 
O que o caminho traria - e o que o futuro, por conseguinte - não seria deixado de lado. No momento certo, ela tiraria os fones e veria o mundo com outros olhos. Até lá, aumentava o volume.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lapsos de Tempo


Eu andei, por muito tempo, só. Andei sem direção, sem água pra tomar e até mesmo sem esperança. Dessa vez, eu não havia levado nada comigo, porque não havia tempo, não havia dado tempo. Saí, senão a dor que eu sentia no peito sairía antes de mim, em formas distintas, tanto lágrimas quanto gritos. As coisas aconteceram muito rápido. Em um dia eu estava bem, no outro já não mais. 
Dessa vez, também, não vou dizer que o motivo da minha fuga foi uma pessoa, uma coisa, uma decepção, pois na verdade é tudo junto, sempre foi. É como se uma coisa fosse amarrada a outra, como se a amizade trouxesse intimidade, a intimidade trouxesse um beijo, que traria sentimento, amarrado à confiança, que trouxe decepção, dor, lágrimas, gritos.
Foi assim que eu fui embora, e foi por esse motivo também. 
Andei do lado direito de uma rodovia asfáltica e deserta, tão deserta quanto o coração do único homem que nela estava. Não havia casas, sinais de civilização. O asfalto era rugoso, mas não do tipo que não sofre manutenção, e sim do tipo que nunca foi utilizado. Havia uma fina camada de poeira por cima dele, que se espalhava frente aos meus fortes passos. 
O vento tinha um cheiro metálico no começo, como de sangue, que depois foi tornando-se agridoce. Refleti, comigo, que o cheiro pudesse alterar-se conforme meu estado de espírito, mas ri no mesmo momento, tamanha mistificação. Mas como não fantasiar um lugar daquele?
O que mais me confundia era a falta de sede, de fome, de sono. As montanhas vinham, me encontravam, e ficavam para trás, e mesmo assim as minhas pernas não gritavam. Ou eu não podia ouví-las.
Depois de um certo tempo, de vários dias, comecei a me acalmar. O vento, por curiosidade, havia parado de tentar desarrumar os meus cabelos castanhos e tinha se acalmado também. Eu sabia que não chegaria a lugar algum, e mesmo assim andaria por todos os lugares. A minha mente começou a se preocupar com um objetivo. Esse objetivo não era o casual, não era uma pessoa, ou uma coisa, ou uma decepção. Na verdade ela começou a se preocupar com tudo junto, porque, como já disse, as coisas estão interligadas  umas às outras. Pela primeira vez, em - ao que eu podia perceber - meses, me preocupei com água. Novamente ri, da mistificação que a necessidade de água me trazia, mas também não sentia necessidade de pessoas, de coisas, muito menos de decepções.
Foi quando, absorto nesses pensamentos, eu caí. Eu não sei se caí por tontura, por algum tropeço, ou se algo me atingiu. Eu vi o asfalto, rugoso, coberto pela camada de poeira, a menos de centímetros dos meus olhos. E então escuridão. Comecei a sentir frio. O vento agora não existia, só um cheiro metálico, mas não de sangue. Eu abri os olhos, com dificuldade, e vi pessoas, vi coisas, e decepções. Eu acordei em um hospital.
Mas como? Caminhei por anos sem uma única alma viva a dar sinal de sua presença, e mesmo assim, havia sido encontrado caído, desacordado! 
Ao ver uma enfermeira se aproximando, tentei lembrar-me como usar palavras. Pedi a ela em que dia, que ano estávamos. Ao saber da resposta, quase ví o asfalto novamente, perto do meu rosto. Era somente um mês desde que eu havia fugido! Era como se o tempo tivesse alargado-se, pois realmente eu andei por anos, minha barba era prova disso. Eu havia refletido sobre tudo que um homem pode, um dia, refletir. Havia visto todos os meus erros, minhas faltas, até mesmo meus acertos.
Dois dias depois eu já estava em casa. Ela era a mesma, só com alguma essência mais forte, devido ao mofo. A vida estava voltando a ser a mesma. Até mesmo as pessoas eram as mesmas, como também as coisas, e as decepções. Mas havia algo diferente nessa composição. Eu estava diferente. 

Eu agiria diferente.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Mandala

A vida parece com um circulo,
que não gira, mas que sai do lugar.

Toda musica quando chega ao fim deixa saudades, e a gente nunca sabe
se vale a pena ou não por para repeti-la mais uma vez.
Quando voltamos demais às origens é um sinal de que algo no presente não vai bem?

Nós nos projetamos para o futuro o tempo todo; uns dizem que somos apenas assim, outros nem ao menos sabem a que estamos ligados.
Somos tão cheios de frases prontas, mas a nossa própria história não estamos interessados em ler.
Enquanto isto a vida fica girando, girando, girando...

Até parece bipolaridade...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Espiritualidade como movimento

Historinha antiga, cheias dualidades e criticas. Não estou interessado em saber se é mais um fake da internet, apenas achei interessante a visão cientifica misturada numa concepção religiosa.
Enjoy! 
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Numa sala de aula, por volta do século XIX, um professor pergunta ao seu aluno:
Professor: Você é Judeu não é filho?

Estudante: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em Deus?

Estudante: Absolutamente senhor.

Professor: Mas, Deus é bom?
Estudante: Claro que sim!
Professor: Deus é o todo poderoso?
Estudante: Sim.
Professor: Sabe, meu irmão morreu de câncer mesmo orando a Deus todos os dias para curar ele. A maioria de nós tentaria ajudar os que estão doentes. Mas Deus não fez. Como pode então Deus ser bom então? Hunn??
(Estudante ficou em silencio)
Professor: Você não pode responder, pode? Vamos começar de novo meu jovem.
Deus é bom?
Estudante: Sim.
Professor: Satanás é bom?
Estudante: Não.
Professor: De onde Satanás se originou?
Estudante: De...  de Deus.
Professor: Você está correto. Diga-me filho, existe maldade no mundo?
Estudante: Sim
Professor: Se Deus criou tudo, então quem criou a maldade?
(Estudante não respondeu) 
Professor: Existem doenças? Imoralidade? Ódio? Feiura?  Todas essas coisas terríveis existem no mundo, não existem?
Estudante: Sim senhor.
Professor: Então quem as criou?
(Estudante não respondeu)
Professor: A ciência explica que temos cinco sentidos para identificar e observar o mundo a nossa volta. Diga-me filho, alguma vez você viu Deus?
Estudante: Não senhor.
Professor: Alguma vez você sentiu o seu Deus? Sentiu o gosto? Cheirou? Alguma vez você já teve alguma sensação de Deus nesse sentido?
Estudante: Não senhor, eu temo que não.
Professor: E ainda assim você continua acreditando nele?
Estudante: Sim
Professor: De acordo com perícia testável e Protocolo de demonstração, a ciência diz que seu Deus não existe. O que você diz a respeito rapaz?
Estudante: Nada. Só tenho fé.
Professor: Claro, a fé. Esse é o problema da ciência tem que enfrentar...
Estudante: Professor, existe no mundo o calor?
Professor: Sim
Estudante: E também existe frio?
Professor: Sim
Estudante: Não senhor, não existe.
(a classe ficou silenciosa com essa mudança dos eventos)
Estudante: Senhor, você pode ter muito calor, até mais calor, super calor, mega calor, calor branco, pouco calor e até calor nenhum. Mas não existe nada chamado frio. Podemos alcançar 458 graus abaixo de zero que seria a total ausência de calor, mas não podemos ir nada além disso. Não existe o Frio. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência total de calor. Não se pode medir o frio. Calor é energia. O frio não é o oposto do calor, apenas a ausência dele.
(Professor ficou em silêncio)
Estudante: E a escuridão professor? Existe a escuridão?
Professor: Sim. O que seria a noite se não existisse a escuridão?
Estudante: Você está errado de novo senhor. Escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, luz normal, luz brilhante, um flash. Mas se você não tiver luz constantemente você não tem nada, e isso é chamado escuridão, não é? Na verdade escuridão não existe, se existisse você seria capaz de torná-la ainda mais escura, não poderia?
Professor: Mas o que você está tentando provar jovenzinho?
Estudante: Senhor, eu estou provando que sua filosofia é falsa.
Professor: Falsa? Pode me explicar como?
Estudante: O senhor está usando uma premissa de dualidade. Você discute que existe vida e existe morte, um bom Deus e um mau Deus. Você está vendo Deus com o conceito de uma coisa finita, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode nem explicar o pensamento. Diz que usa eletricidade e eletro magnetismo, mas nunca o viu e muito menos totalmente o entende. Para ver a morte como o oposto da vida tem que ser muito ignorante, ao fato que a morte não pode existir como uma coisa substantiva.
A morte não é o oposto da vida e sim a ausência dela. Agora me diga professor, você ensina aos seus alunos que o homem evoluiu do macaco?
Professor: Se você está se referindo a teoria da evolução do homem, sim é claro que ensino.
Estudante: Alguma vez você teve a oportunidade de observar a evolução com seus próprios olhos?
(professor balança a cabeça e sorri quando percebe aonde o argumento vai levá-lo)
Estudante: Desde que ninguém nunca observou o processo da evolução e não pode nem provar que ela é um processo continuo, você não está apenas ensinando a sua opinião, senhor? E se ensina sua opinião você não é mais cientista do que um padre. Certo, senhor?
Existe alguém aqui que tenha alguma vez escutado o cérebro do professor? Sentido? Tocado ou sentido cheiro? Parece que ninguém nunca o fez certo? Então de acordo com as regras lógicas de protocolo de demonstração a ciência diz que o senhor não tem cérebro. Então, com todo o respeito senhor, como nós podemos confiar em suas palestras?
Professor: Imagino que você terá que aceita-las por fé meu jovem.
Estudante: É isso ai senhor! Exatamente! O link entre o homem e Deus é a mesma fé que mantém todas as coisas vivas e em movimento!


A propósito dizem que esse estudante era Albert Einstein.
                                                                                                                                   Autor desconhecido

                                                                                                                                    Texto adaptado

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Então o que entendi é que Deus não criou a maldade. A maldade na verdade seria a ausência do bem, ou a ausência Dele.
Mas, como lidar com a espiritualidade num mundo tão cientifico? Deus é o que falam que é, ou seria ele essa força que mantém tudo em movimento? Seria esta força que separa as galáxias, a força que une cada molécula da vida, ou este ser opressor, machista, homofóbico e ditador como vejo até enjoar por aí.
Por um lado não canso de dizer que todos nós somos ateus (querendo ou não, admita esta realidade), e por outro reafirmo: Fé nunca teve nada haver com religião.


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Embotamento

Andamos de afeto alterado. Um modo de ser incomum, mas ao mesmo tempo tão igual quanto a mais simples forma de comunicação hoje em dia. As coisas parecem estar assim...

Sabe aquela sensação de que não se ama mais ninguém? Um mundo sem cor pode se tornar um mundo de depressões, mas o que isso importa, e se o preto for minha cor favorita?
Falta calor no mundo, e com isto estamos presos nas ganancias de nós mesmos. O mundo nunca foi tão singular sendo esta gigantesca pluralidade. Até a maior das estrelas perde o brilho num momento de sua história e eu fico aqui pensando de como será o nosso.

A minha história não é igual à de ninguém, mas nem por isto sou diferente do restante dos outros.
As coisas estão mudando, girando como um carrossel pintado em diferentes tons, feito para agradar a todos, mas que acaba não agradando ninguém. O mundo é assim...
O mundo está assim.