Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Consciência

Revolution Striking Down Right Now!

" Eu não desisto de ser grande, mesmo o mundo sendo tão pequeno. "


Quando me disseram que era bom, eu acreditei.
Quando me pediram para atirar, eu mirei.
Quando reclamaram que eu estava errado, eu mudei.
Quando avisaram que eu deveria mudar mais uma vez, eu falei
Vão tomar banho!

A partir daquele dia valia mais o que meu coração dizia.
Era de maior valor tudo que eu fazia,
Para mim mesmo,
Quem é que deve reclamar e querer mudar minha personalidade se Deus me fez assim?

E agora eu compreendo, aquele beijo que você me deu,
Diferente da música, não era o fim.
O nosso sentimento mesmo assim não morreu.
Não entendo todos esses caminhos disponíveis,
Mas só entende a vida quem muito já viveu.

Por isso dou valor a todas as pessoas que deram uma mínima frase consoladora até aqueles que me carregaram através das dificuldades, hoje mais do que nunca.

5 comentários:

Daniel Pissetti Machado disse...

O negócio mesmo é tocar Jaz. Mas se darás bem com o Rock and Roll. Lembre-se que códigod podem ser desvendados, mas a verdade é apenas uma questão de como interpretamos o mundo à NOSSA volta. Abraços amigo.

André disse...

Meu problema com pessoas que acreditam em Deus é justamente esse: "pra que mudar se Deus me fez assim?"

Bom, tenho uma péssima notícia para vocês... é preciso mudar, a mudança é constante...
Como disse a Rainha Vermelha para Alice (quando ela atravessou o espelho) você precisa correr para conseguir ficar no mesmo lugar!

Felipe disse...

Acreditar ou não em Deus não é a questão , e sim a monotonia que existe quando há um sentimento de mudança constante como se fôssemos totalmente imperfeitos,inaptos e errados. Quis dizer com o texto que não preciso mudar o tempo todo, mas sim quando EU sinto a necessidade de tal atitude. Pois, se você só desagrada uma pessoa em especial, o problema está com você mesmo assim?
Espero que tenha compreendido o texto como um todo, da raiz, mas todos temos digitais diferentes, correto?

Um forte abraço, e agradeço pelos comentários.

André disse...

Claro, não devemos mudar pelos outros, devemos mudar por nós. Toda convivência é uma adaptação, e exige mudança de todos os lados. Mas ninguém pode adivinhar que a gente não gosta de alguma coisa.

Falta um pouco desse entendimento para a maioria das pessoas. A gente espera que o outro mude por conta própria, quando tudo que ele precisa e de uma dica.

"Tem um negócio no seu nariz!"

Abraço

Felipe disse...

O problema disso tudo é que nós sempre fazemos com que pensem que somos vítimas quando na verdade somos o agente causador de tanta indolência.

É preciso conviver com alguém para entender que é preciso muito mais viver sozinho, e que, na linguagem de máquina, somos memórias ROM. Não mudamos, por mais que queiram. Aceitar o jeito da pessoa com quem convivemos deve ser algo feito dos dois lados, e não só de um.
Tentar é tentar, mas não dura para sempre.