Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Arte da Destruição : Introdução

O silêncio páira no ar. Tudo o que se pode ouvir é o barulho do vento nas árvores e corujas conversando nos galhos. Derrepente, como se por mágica, um clarão no meio da mata assusta os animais que estavam ali perto. Do clarão misterioso uma imagem negra foi se formando, crescendo, tomando forma. A silhueta de um homem alto, encorpado, um guerreiro torna-se inconfundível. Em uma mão empunhava uma espada azul de tamanho médio, larga, com o azul incandescente iluminando vários metros. Era uma espada mágica. Na outra mão, segurava seu elmo, com um símbolo estranho cravado nele, um grande leão dourado de pé. Suas sombrancelhas grossas procuravam alguma coisa. E então o vento para. O guerreiro embainha sua espada, coloca o elmo e sai em disparada, cortando o ar como um falcão. Folhas caíam das árvores, água espirrava das poças no chão, placas de metal batiam umas nas outras em sua armadura e sua respiração arfava dentro do elmo. Não demora muito e ele alcança seu alvo. Era uma mulher caída no chão, cabelos ruivos, pele branca, lábios rubros e vestida como uma camponesa. Ele, ao se deparar com a moça, joga seu elmo longe, ajoelha-se no chão e a pega em seus braços. Aquele segundo parecia uma eternidade. Seu coração já não existia mais. Ela estava morta. Um urro de dor foi ouvido no mundo todo aquela noite.

A Arte da Destruição : Continente Isothy

A Arte da Destruição : Planeta Zök