Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Anjo da Morte

Cidade Los Angeles. Dezembro , doze. Eram somente sete horas da manhã de uma sexta-feira chuvosa, mas horário era uma coisa que não importava muito para Richard. Sim, ele já estava lá a caminho do seu estabelecimento, uma concessionária de automóveis no centro da cidade. A ponte estava congestionada, estresses e incomodos não faltavam na vida dele.

Um despertador. Uma batida. Era assim que Louis acordava, estapeando o despertador que não cessava em acordá-la. Ali começava mais um dia penoso para Louis, dona de casa.

Após quilômetros de chingamentos finalmente Richard conseguiu chegar em seu destino. Foram abertas janelas, ligadas as luzes e o ar-condicionado. Não tardaria até que os vários clientes chegassem. E não tardou mesmo. A campainha da porta tocou e entrou ali um homem que não se parecia nada com os clientes normais. Estava vestido com uma grande jaqueta preta, que só deixava á mostra um grande coturno preto. Nisto, seu casaco se abriu, e uma arma apareceu.

Dizem que quando pessoas que amamos estão em perigo, que sentimos um aperto no peito. Mas Louis não sentiu senão um arrepio por causa do frio que chegava da janela do quarto. Vestiu roupas quentes e foi acordar sua filha.

Será que o amor consegue confrontar a morte?

Continua.

Um comentário:

Isie Fernandes disse...

Achei o título meio assustador, mas amei esse início de história! ;) Pareceu o prólogo de um bom romance.

Pulando à parte seguinte...