Neurônio da Semana

Se temos a possibilidade de tornar as pessoas mais felizes e serenas, devemos fazê-lo sempre. - Hermann Messe

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Caçadores da Noite: O Começo de Tudo

Relacionamentos era uma das coisas que não eram permitidas no B.T.E.. Todos tinham consciência disso, sabendo que a punição era a expulsão do grupo e uma possível lavagem cerebral - para não restar evidências - para quem violasse essa regra.
Em algum lugar próximo à Chapada Diamantina, estava concentrado o maior centro de pesquisas da A.N.S, a Agência Nacional de Segurança, com o objetivo de monitorar todo o nordeste brasileiro. O papel de Júlia era analisar mensagens enviadas pelos aviões de monitoramento e espionagem que estavam espalhados pela área e enviavam relatórios a cada nova descoberta. Mas ela não estava na sua sala. Estava violando uma regra grave da corporação. Marcos também.
O comandante Rosett estava passeando pelo prédio da Inteligência e resolveu dar uma checada. Péssima hora. Ainda bem que Júlia já havia acabado de violar aquela regra que para ela não tinha nexo nenhum.
- Bom dia Senhor Rosett.
- Bom dia cadete. Quem é o encarregado do turno da manhã?
- É a tenente Júlia, senhor.
- E onde está ela?
- Aqui senhor. - Júlia bateu a porta atrás dela e respirou nervosa por não ter demorado mais alguns minutos.
- Tenente. Posso saber porque seu cabelo está num estado deplorável e sua farda amassada? Eu poderia lhe suspender por um bom tempo.
- Senhor Rosett desculpe-me mas eu estava deitada por uma crise forte de enxaqueca, isso só ocorre de tempos em tempos mas quando acontece me sinto muito mal senhor. Peço desculpas novamente não ocorrerá mais.
- Por hoje deixarei em branco tenente.

O alarme tocou. Júlia sentou em sua cadeira logo e constatou que era do BF-198, em ronda pela floresta amazônica, tentando obter contato com o centro.

- Inteligência, inteligência. Podem me ouvir?
- Alto e claro BF-198. Alguma novidade?
- Sim. Temos aqui gravado uma transmissão de rádio de algum lugar por perto, e é um pedido de ajuda.
- Então envie-nos a mensagem soldado. - Disse o comandante. - Júlia, fique aqui e receba a mensagem. Deslocarei dois grupos para a floresta amazônica.

Dito isso, Rosett saiu da sala. O pedido de ajuda começou a ser transmitido.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Férias *-*

Olá meus queridos leitores. Amanhã (17) estarei entrando no modo de férias, voltando a postar minhas histórias daqui uma semana ou duas mais ou menos. Que isso sirva pra alimentar a ansiedade de saber as continuidades das histórias, já que estarei escrevendo-as assim que eu puder. Tragam mais e mais pessoas para meu blog! Um forte abraço,

Felipe. @OmicronFelipe .

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Anjo da Morte Pt. 4

Conforme se distanciavam de Los Angeles, a chuva ia ficando pra trás também. O sol brilhava como nunca, e até parecia que por ali não havia caído nenhuma gota de água. O asfalto dava lugar à uma estrada de chão, e como havia sido dito, o lugar era bem familiar.

- Eu ainda não entendi o porque disso tudo, Gabriel.
- Isso tudo o quê ?
- Porque você se passou por um assaltante, me tirou do meu serviço e ainda por cima está me trazendo pro lugar aonde pedi a minha esposa em casamento?
- Porque tudo isso meche com seu sentimento, e não com sua razão. Você, na hora que entrou no carro não lembrou de Janie e de Louis?

Richard puxou o freio de mão do carro e Gabriel custou à controlá-lo.

- É a hora da verdade, Gabriel. Ou seja lá qual for o seu nome. O que você faz? Você espiona a vida das pessoas? Alguém mandou me matar? Faça algo contra a minha família e eu acabo com você!! - Richard explodiu de raiva.
- Ok, ok.
- Ok o que, fala logo!!
- Primeiro, acalme-se. Não vim fazer o mal. Já que estamos parados no meio do caminho da praia aonde você pediu Louis em casamento, eu posso te dar duas escolhas. Eu falarei das causas de eu estar aqui, falarei dos meus objetivos e falarei quem eu sou. Se você acreditar, nós iremos em frente. Mas se não, então voltaremos para sua cidade, sua vida continuará daonde parou e você nunca mais me verá.
- Certo. - Richard suspirou tentando se acalmar.
- Certo Richard. Bom, me da licença aqui que tenho que tirar essa jaqueta. Odeio preto.

Gabriel se livrou daquela jaqueta preta, revelando roupas inteiramente brancas. Jogou pela janela do carro e voltou-se para Richard.

Janie comeu como não comia à muito tempo. Escovou os dentes, beijou a mãe no rosto e foi pra escola. Para Louis era bom ver a filha estudar, mas era ruim ao mesmo tempo que sabia que ficaria sozinha pelas próximas 5 horas. Lá de fora Louis ouviu Janie gritar:

- Manda beijo pro Rafael, mãe!
- Tá. - Disse Louis, sem entender nada do que sua filha estava falando. Talvez fosse mais alguma coisa de criança. Ou talvez não.

Até onde podem ir os desejos de uma criança?

Continua.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sinopse da História: Caçadores da Noite

Vatanza é uma cidadezinha de pouco mais de 4 mil habitantes, em algum lugar desconhecido perto da fronteira do Brasil com a Venezuela, em plena floresta amazônica. Ali a tecnologia ainda nao havia chegado. Não haviam estradas para fora da cidade, nem aeroportos, nem mesmo energia elétrica, a não ser por geradores trazidos de algum lugar pelos pais dos pais daqueles que moravam ali. Mas sempre que falta algo de um lado, sobra do outro. E o que sobrava ali era medo. Animais desapareciam, pessoas morriam da noite pro dia, algumas ficavam loucas, outras tentavam fugir para algum lugar, não indo parar muito longe.

Marcos de Paulo era o tenente de um dos melhores esquadrões do B.T.E , o Batalhão de Tarefas Especiais, entidade secreta criada pelo governo brasileiro para missões secretas, espionagem, proteção do território, dentre outros. Entrando ali, não saíria senão morto ou com amnésia. Não havia família para se preocuparem, filhos, parentes. Sua família era o seu esquadrão. Seu objetivo, vencer. Recentemente, um avião do BTE, sobrevoando a amazônia em missão rotineira, obteram transmissões de rádio de algum lugar próximo, pedidos de ajuda. Dois esquadrões foram designados para missões de reconhecimento e salvamento. de Paulo ia também.

Anjo da Morte Pt. 3

E era desse refúgio que ela iria sair naquele momento.

- Janie, querida, levanta. - Disse Louis - me ajuda a fazer o almoço?

Richard entendia de carros.Era o trabalho dele.E aquele não era um carro muito comum. Era um Plymouth Barracuda, ano 1974. Pelo menos ele iria morrer com classe.

Meio dia. Almoço na mesa.

- Mãe, o pai não vem?
- Amor, você sabe como é sexta-feira e toda aquela correria.
- É, eu sei mãe. Mas isso vai mudar.

Louis não era curiosa. Além disso, estava acostumada com os mistérios da filha. Mas sentiu uma grande vontade de perguntar porque. Mesmo assim, não pediu e logo esqueceu. Momentaneamente.

Os prédios passavam como um vulto pela janela do carro.

- Bonito carro, não? - Pediu o homem.
- Você vai me matar? - Richard aparentemente estava desesperado.
- Pense bem, Richard. Se eu quisesse, já o teria feito, e, aliás, não é legal sujar esses belos bancos de couro, certo?

A cidade ficava para trás a cada segundo que passava, os piores da vida de Richard. Definitivamente. Ali estava instalado um silêncio um tanto perturbador, exceto pelo motor do carro. Richard foi tentando se acalmar, retomando um pouco do seu bom senso.

- Você não é um assaltante, certo?
- Não, não sou. Demorou para você perceber.
- Então o que você é?
- Podemos dizer que sou um amigo. Um amigo da família. Meu nome é Gabriel, trate logo de desmanchar essa sua cara de espanto. Te levarei para um lugar um tanto familiar para você.

Construções davam lugar à áreas verdes; O medo dava lugar à curiosidade. Richard já não procurava encontrar a cidade atrás deles, e sim tentando adivinhar para onde estava indo.

Se o mal não está onde deveria estar, onde está então?

Continua.

Anjo da Morte Pt. 2

Dizem também que quando vamos morrer todos os momentos pelo qual passamos vem à nossa mente. E era isso que Richard estava tendo no mesmo momento em que o ladrão dizia para ele ficar parado.

- Parado aí, Richard!
- Co - como sabe o meu nome?
- Como eu sei não é a pergunta certa, meu caro. Feche esta loja, pois iremos dar um pequeno passeio.

Richard não conseguia nem pôr a chave na fechadura de tão nervoso que estava. Sua cabeça girava. Estava com medo de perder sua vida, sua família, tudo. Fechou a loja e entrou no carro daquele que não parecia mais um assaltante normal.

Janie era uma garota de pouco mais de dez anos, loira, mais alta que o normal para sua idade. Era linda como a mãe, e mesmo criança aparentava ser uma pessoa mais velha, e sua mentalidade também era assim. Ela era criança, mas sofria. Sentia falta de seu pai, que trabalhava todos os dias, de segunda à domingo. Queria ver sua mãe feliz, já que ela sentia falta do marido tanto quanto ela. Só em seus sonhos ela podia materializar aquilo que ela mais desejava: A sua família unida e feliz.

Será a imaginação o refúgio dos homens?

Continua.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Anjo da Morte

Cidade Los Angeles. Dezembro , doze. Eram somente sete horas da manhã de uma sexta-feira chuvosa, mas horário era uma coisa que não importava muito para Richard. Sim, ele já estava lá a caminho do seu estabelecimento, uma concessionária de automóveis no centro da cidade. A ponte estava congestionada, estresses e incomodos não faltavam na vida dele.

Um despertador. Uma batida. Era assim que Louis acordava, estapeando o despertador que não cessava em acordá-la. Ali começava mais um dia penoso para Louis, dona de casa.

Após quilômetros de chingamentos finalmente Richard conseguiu chegar em seu destino. Foram abertas janelas, ligadas as luzes e o ar-condicionado. Não tardaria até que os vários clientes chegassem. E não tardou mesmo. A campainha da porta tocou e entrou ali um homem que não se parecia nada com os clientes normais. Estava vestido com uma grande jaqueta preta, que só deixava á mostra um grande coturno preto. Nisto, seu casaco se abriu, e uma arma apareceu.

Dizem que quando pessoas que amamos estão em perigo, que sentimos um aperto no peito. Mas Louis não sentiu senão um arrepio por causa do frio que chegava da janela do quarto. Vestiu roupas quentes e foi acordar sua filha.

Será que o amor consegue confrontar a morte?

Continua.

Castles On The Sand

O que lhe vem na cabeça por Castelos na Areia? Pesquise no Google. Dê uma boa olhada nas paisagens litorâneas, isto daqui a alguns anos não existirá mais. Veja a beleza do mar, mas não se esqueça que ele subirá, cidades inteiras sucumbirão e haverá desabrigados pelo mundo inteiro. E sabe o porquê disso? Porque nós somos irresponsáveis; Sim, eu, você leitor, nossa família, enfim a humanidade toda não se importa com o que está acontecendo com o nosso planeta.
A algumas semanas atrás nao teve a reunião em Copenhagen, pois eu gostaria de estar lá e pedir para os presidentes mundiais se eles irão levar o rico dinheirinho deles para uma outra vida. Acredito que não. Acredito também que as pessoas do nordeste sofrendo mais do que o normal com a seca e nós aqui do sul com medo de furacões, coisa que para nós só existia nos países de lá; minha mãe costumava dizer que o Brasil era um paraíso, o que para mim já não é mais faz um bom tempo. Ante-ontem no Rio de Janeiro a sensação térmica era de 50 graus, de paraíso está indo pra inferno? São nossos filhos e nossos netos que irão sofrer as consequências daquele seu carro sem filtro, daqueles 4 banhos de meia hora que você toma por dia, nós somos como castelos de areia; podemos ser lindos, mas somos frágeis. E você, o que pensa sobre o mundo hoje? Ou está preocupado vendo sua novela preferida, ou o BBB10 ? Fique atento, pois o que você ama hoje pode não existir mais amanhã.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Sinopse da História: A Arte da Destruição

Eis que a Segunda Era se inicia. Hoje há a reconstrução das cidades e o reerguimento das raças.Mas não foi sempre assim. Cruéis batalhas remontam-se na memória dos guerreiros. Conflitos que para muitos estavam esquecidos ardem no coração de outros. Estamos em Ash'Kavol, A Terra do Fogo para os elfos, um lugar até hoje presente em lendas e histórias. Foi aqui que o bem dos humanos e dos elfos da Alliança defrontaram o mal dos mortos-vivos e dos orcs, da Legião. Após anos de batalhas, a Alliança já estava praticamente derrotada, pois a cada homem e elfo morto o exército dos mortos-vivos aumentava. E foi em uma luta final que ELES chegaram. Fascinados com a ferocidade e a beleza reunidas de uma forma tão natural, houve uma trégua na batalha entre o bem e o mal, para contemplar... Uma destruição devastadora. Eles vieram, Eles atacaram, e nada restou além de cinzas e o cheiro da morte. Tempos de paz estão chegando ao fim. Nós fomos devastados, nós crescemos, progredimos, mas nós nunca esqueceremos.

Sobre a História: Bom, eu sempre fui metido a escritor, sempre gostei de fantasiar universos inteiros na minha imaginação, sempre fui fascinado com histórias de grandes guerras com espadas, dragoes, armaduras e magia em tempos medievais. E A Arte da Destruição traz todos estes aspectos, contando com muitas surpresas por aí! Tenho base em livros como O Senhor dos Anéis, Eragon e jogos como Age Of Empires e Warcraft.